<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3097808957943407690</id><updated>2012-02-16T12:57:22.030-08:00</updated><category term='dermatite reumatóide'/><category term='espondilose'/><category term='chatice'/><category term='PPD-PSD'/><category term='cansaço'/><title type='text'>A minha coluna é (quase) tão boa como a tua</title><subtitle type='html'>- "Mas porque é que o Pacheco Pereira pode, e eu não?"
- "Porque não fazemos a mínima ideia de quem você é."- respondem-me na secretaria de "O Público".
Não tive outra hipótese senão vir escrever para aqui...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aminhacolunaequasetaoboacomoatua.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3097808957943407690/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacolunaequasetaoboacomoatua.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>O Colunista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05385704930685866939</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3097808957943407690.post-3181357850725171915</id><published>2007-09-27T10:41:00.001-07:00</published><updated>2007-09-28T07:26:45.453-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dermatite reumatóide'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espondilose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chatice'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cansaço'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PPD-PSD'/><title type='text'>Capítulo I - O Parto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Começar é para mim a coisa mais complicada do mundo. Seja o doloroso processo de aprendizagem da bicicleta, ou o simples acto de apertar um colete de C4. Procurei bastas vezes a razão de tal impedimento, e julgo que estará relacionado com o acto de nascer. Ou melhor, com as dificuldades inerentes ao parto.&lt;br /&gt;A minha mãe sempre disse: "Foram precisas dez horas para deitar fora esse maldito!". Referia-se, obviamente, ao meu irmão, mas estas palavras intrigavam-me, como seria possível que alguém demorasse dez horas a nascer? Obtive a resposta após, aos 14 anos, ter o meu primeiro vislumbre de genitália feminina (e aproveito para o agradecer a Tim Berners–Lee, o criador da Internet). Sabendo que o meu irmão tinha nascido com 5kg, era agora fácil de perceber o porquê das queixas maternas. Esta constatação incapacitou-me, impediu-me de começar o que quer que fosse, pois por muito que me esforçasse, e achasse que era difícil o que estava a fazer, tinha sempre na cabeça que nada era tão difícil como ter um filho, e que as minhas queixas e dificuldades se esboroavam como um castelo de areia a lutar contra a rebentação da superioridade feminina. Isto, até ao dia de hoje…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sento-me no cadeirão e abro bem as pernas. Afinal, estou prestes a parir um blog (e para além disso está um calor insuportável).&lt;br /&gt;- "Relaxe os músculos, respire comigo e escolha um modelo." - diz-me o Blogger.&lt;br /&gt;- "Mas são todos tão foleiros!" - respondo eu.&lt;br /&gt;- "É preciso espetar-lhe um par de estalos, para ver se se acalma?" - irrompe o Windows, com aquela postura autoritária de quem é necessário para que tudo funcione.&lt;br /&gt;- "Calma, calma. Não vamos enervar mais o parturiente." - o Blogger a colocar água na fervura, e virando-se para mim - "Vai ter de começar a fazer força. Estique os dedos e carregue nas teclas, para ver se lhe vislumbramos a cabeça."&lt;br /&gt;- "Já tentei, não me sai nada!" - exclamo.&lt;br /&gt;- "Tente outra vez, acho que já estou a ver qualquer coisa."&lt;br /&gt;Nisto, o Firefox desmaia. Eu urro de raiva e rezo por algo em que possa bater (de preferência, o criador do Firefox).&lt;br /&gt;- “E ainda dizem que eu é que tenho muitas falhas críticas!” – resmunga o Windows.&lt;br /&gt;Dois Ctrl+Alt+Del e voltamos à carga.&lt;br /&gt;- “Não se preocupe, que eu guardei o rascunho, e continuamos onde tínhamos ficado.” – as palavras do Blogger não me consolam, eu sabia que devia ter ido para uma maternidade, em vez de me aventurar a dar à luz em casa.&lt;br /&gt;- "Chiça, que o bicho é cabeçudo!" – exclama o Winamp, que entretanto resolvera entrar para dar uma "ajuda" no parto.&lt;br /&gt;- "Cabeçudo? Mas já lhe vêem a cabeça?" - questiono, em desespero.&lt;br /&gt;- "Não, eu estava a falar de si."&lt;br /&gt;Ainda eu preparava a resposta e já o leitor de música tombava no chão. Segue-lhe o Windows e o resto dos ajudantes, como num daqueles dominós dos chineses. “Ai mãe, como te compreendo agora…”&lt;br /&gt;- “O problema é do processador” – justifica o Windows – “como é que quer que me aguente sem condições de trabalho?”&lt;br /&gt;- “Acalmem-se todos que já falta pouco… esperem… olha, já cá está fora!”&lt;br /&gt;- “É bonito?” – pergunto eu.&lt;br /&gt;- “Hum… Não se preocupe com isso, o que interessa é que seja saudável.”&lt;br /&gt;- "Quem é a mãe?" - perguntam-me em uníssono.&lt;br /&gt;- "É filho de mãe incógnita" - respondo, espantando a sala - "Deus* permita que os outros blogs não o discriminem por isso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Allah / Jeová / Buda / Brahma / Cristo (riscar o que não interessa)&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3097808957943407690-3181357850725171915?l=aminhacolunaequasetaoboacomoatua.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aminhacolunaequasetaoboacomoatua.blogspot.com/feeds/3181357850725171915/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3097808957943407690&amp;postID=3181357850725171915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3097808957943407690/posts/default/3181357850725171915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3097808957943407690/posts/default/3181357850725171915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aminhacolunaequasetaoboacomoatua.blogspot.com/2007/09/captulo-i-o-parto.html' title='Capítulo I - O Parto'/><author><name>O Colunista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05385704930685866939</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
